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terça-feira, outubro 09, 2007

Ah! Ah! Ah! Ah! Não consigo parar de me rir...

Clube de Tiro de Monsanto entregou projecto de reabilitação na Câmara de Lisboa - 2007-10-09 - 15:50:00 - Clube de Tiro de Monsanto entregou projecto de reabilitação na Câmara de LisboaJosé Sá Fernandes, que falava aos jornalistas à margem da apresentação do projecto de Oferta Educativa da autarquia para 2007/2008, acrescentou que se o projecto contemplar a ausência de ruído e a não contaminação do solo com chumbo "certamente que será viabilizado pela autarquia". "Se não, é claro que o Clube de Tiro terá que sair de Monsanto", sublinhou José Sá Fernandes, que tem sido uma das vozes mais críticas à manutenção do Clube Português de Tiro a Chumbo em Monsanto. Segundo o vereador, o projecto que hoje deu entrada na autarquia será agora analisado por técnicos "que dentro de uma semana ou duas já deverão ter um parecer sobre a manutenção ou não do Clube de Tiro em Monsanto". (...)

sexta-feira, outubro 19, 2007

A propósito d Clube de Tiro: fogachos mas de pólvora seca

Nos dois dias últimos, por causa do Clube de Tiro, houve uma inusitada batalha em torno do protagonismo e do mérito do despacho que o Presidente da CML e o Vereador dos Espaços Verdes produziram.
Começo por dizer que concordo a 100% com a saída do Clube de Tiro de Monsanto, como já tantas vezes aqui se escreveu.
Neste momento, estou a escrever sobre outra diferente coisa: política, lisura, seriedade.
Injustificadamente, há quem esteja a querer os louros deste despacho exclusivamente para Sá Fernandes. Isso mesmo verifiquei num blog de apoio a Sá Fernandes, sem pudor. Abusando ao mesmo tempo de um texto da Plataforma por Monsanto.

1º fogacho: pólvora seca
Leio no tal blog de apoio a Sá Fernandes: «Comunicado da Plataforma (por acaso está lá escrito: Plaforma, uma simples gralha sem importância – assim fosse o resto) por Monsanto apoia decisão do Vereador José Sá Fernandes».
Mas isso é mentira. A Plataforma em lado nenhum atribui o despacho a Sá Fernandes. Nem podia fazê-lo. Eis o que a Plataforma escreveu: «A decisão tomada…» (claro que não a atribui apenas a SF, nem podia). E mais adiante: «Saudamos esta a decisão justa…» (o mesmo: não isolam o mérito, nem podiam). Tirei tudo isto do mesmo blog: ou seja: está lá tudo. De um lado, o que a Plataforma disse, do outro, as conclusões que o blog retira e que são completamente falsas. Em lado algum vejo o tal «apoio à decisão do Vereador tal ou tal».
Nem podia ser. A Plataforma sabe muito bem que o despacho é conjunto: António Costa mais Sá Fernandes. Não faria qualquer sentido outro formulário para lá daquele que a Plataforma utilizou. Claro. O resto são fogachos de pólvora seca dos assessores de Sá Fernandes.

2º fogacho: segunda mentira, segundo abuso
Leio no mesmo blog: «A Plataforma por Monsanto saudou a rejeição do projecto apresentado pelo Clube de Tiro, e a coragem e dignidade da decisão do Vereador José Sá Fernandes.»
Mas não é verdade: o que a Plataforma elogiou foi outra coisa, um pouco ao lado: o despacho conjunto do presidente da CML e do citado vereador. De ambos, repito; não de um determinado vereador. De facto, leio no mesmíssimo blog: «A Plataforma elogiou a "dignidade e a coragem" da decisão tomada, por despacho, pelo presidente da Câmara, e pelo vereador Sá Fernandes
É tudo muito abusado.

Pressinto que os assessores de António Costa (e se calhar não só eles) não devem estar a gostar nada disto.

Conclusão
É muita sede de ribalta. Isto não passa de sede de elogio público. Mas por maus caminhos, porque estão a envolver na sua trafulhice uma organização de cidadãos. É sede de reconhecimento popular. Mas essa manifestação de público aplauso individual e de protagonismo pessoal, aqui, não existe. Tudo foi forjado. É muita boa vontade, mas sem bases. Com pés de barro. Isto é de meninos aprendizes de feiticeiro (de aprendizes de como fazer política). Mas que não vão longe. Acho que não podem ir longe. Pelo menos, não por este caminho.
Seriedade política, procura-se!

quinta-feira, outubro 18, 2007

Ruben de Carvalho: «Não há irregularidade» na decisão do Presidente da CML sobre o Clube de Tiro

O vereador comunista Ruben de Carvalho considera, por seu turno, não encontrar "nenhuma irregularidade no assunto", embora reconheça a celeridade com que o presidente da Câmara e o vereador do Bloco de Esquerda emitiram o despacho.
Segundo Ruben de Carvalho, "a avaliação da proposta do Clube de Tiro foi feita, o parecer foi negativo e o presidente e o vereador agiram em conformidade".
"Nós não estamos de acordo com a permanência do Clube de Tiro em Monsanto. Não mudamos de posição, apenas acolhemos uma proposta para a criação de um compasso de espera até haver uma decisão, sobretudo atendendo aos 17 postos de trabalho que estão em causa", argumentou à Lusa Ruben de Carvalho.
Leia também a posição da Plataforma por Monsanto: aqui: Lisboa: Plataforma por Monsanto saúda decisão sobre clube de tiro - Agência LUSA .

quinta-feira, junho 12, 2008

Mas isto é possível? Tiros continuam em Monsanto...


No dia 1 de Junho, os miúdos de muitas escolas foram a Monsanto celebrar o seu dia. Pois bem: enquanto «estas crianças participavam nas comemorações do dito dia, com acções de sensibilização ambiental, brincadeiras, leitura e outras actividades. Ao mesmo tempo, ao lado, no Clube Português de tiro a chumbo, com a conivência de sempre por parte da CML e da maioria dos seus vereadores umas quantas pessoas incomodavam estas mesmas crianças com tiros de caçadeira, poluíam os solos com chumbo e punham em perigo a sua integridade física».
Quem assim denuncia o crime ambiental que pelos vistos continua sem pudor é a Plataforma por Monsanto. Que aqui denuncia mais coisas e mostra outras preocupações, poor exemplo, com o Festival DeltaTejo que aí vem...
E agora, senhor Vereador Sá Fernandes? Ainda vai permitir que os membros do seu Gabinete se arroguem em paladinos dos Espaços Verdes? Ou aquele bocadinho de Monsanto, o Clube de Tiro a Chumbo que foi proibido, não é um «Espaço Verde»????
Longe vão os tempos em que tudo o que é site e blogs do BE transcreviam comunicados da Plataforma e sobretudo o de Novembro em que se saudava a ordem da CML de fim do Clube de Tiro ali. Hoje, os comunicados da Plataforma não merecem nem uma linha, senhores «ambientalistas» de bons ambientes... nos Paços do Concelho?
E o pior é o silêncio sobre os factos. Isto já aconteceu há 11 dias. Não deram conta? Ninguém os alertou? Foi preciso ser a Plataforma a vir a lume. Lamentável. Lamentável. Estou enfurecido e até um pouco envergonhado com isto.
Isto é possível no meu país... É mesmo possível. Eles afinal continuam lá aos tiros. Naquele dia deu-se conta. Mas... e no resto dos diads do resto dos anos?

terça-feira, outubro 23, 2007

Clube de Tiro deve sair de Monsanto

Monsanto: Cicloturistas juntos pela saída do Clube de Tiro - Diário Digital - O projecto que o clube de tiro entregou à Câmara de Lisboa, destinado aimpedir o ruído ea contaminação dos solos pelo chumbo, previa aconstrução de um muro ...
Mais: «a Plataforma Por Monsanto associa-se ao encontro informal de esclarecimento e sensibilização promovido pela Federação Portuguesa de cicloturismo e utilizadores de bicicleta a realizar dia 28 de Outubro de 2007 a partir das 10,00 horas no parque de estacionamento do parque recreativo da Serafina no Parque Florestal de Monsanto».

sexta-feira, junho 23, 2006

Lisboa: Clube de Tiro a Chumbo / Monsanto

Se a CML aprovar, como se espera que aprove, a proposta de notificar o Clube de Tiro a Chumbo instalado em Monsanto desde 1962 - proposta que o PCP leva à sessão da CML do dia 28, quarta-feira –, então qual a data-limite para essa notificação?
Eis alguns dados:

1. O PCP acaba de propor exactamente que cesse este contrato de concessão, o que foi divulgado ontem mesmo. Ver em
http://lisboalisboa.blogspot.com/2006/06/vrias-aces-polticas-do-pcp-em-lisboa-e.html

2. Mas quando é que a CML deve notificar?

a) Até ao fim de Julho, como defende a Plataforma Por Monsanto?
http://cidadanialx.blogspot.com/2006/06/cml-tem-at-final-de-julho-para-avisar.html

b) Ou até 13 de Agosto, como se deduz da análise de toda a documentação?

3. Recordo que a proposta do PCP refere: «Notificar o “Clube Português de Tiro a Chumbo” desta decisão até à data de 13/08/2006».
Mas também se refere: «Após a última renovação, o término deste prazo de 10 anos ocorrerá em 13/02/2007, estando o Município de Lisboa, no caso de entender cessar o contrato de concessão, obrigado à comunicação com 6 meses de aviso prévio».

4. Mais: a Plataforma Por Monsanto surge agora com este Memorando:
http://cidadanialx.blogspot.com/2006/06/memorando-da-plataforma-por-monsanto_22.html

5. Interessante.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007


Lisboa
Clube de Tiro de Monsanto

«A Câmara Municipal de Lisboa (CML) deu ontem um novo prazo ao Clube de Tiro de Monsanto, a funcionar em pleno parque florestal. Caso não sejam apresentadas novas propostas consideradas viáveis pela autarquia, o equipamento tem que fechar as portas dentro de três meses. Os ambientalistas consideram que a autarquia tarda em tomar uma "atitude corajosa"».
O CTM tinha pedido para serem analisadas as suas soluções.
Uma «parte da solução apresentada pelo Clube de Tiro de Monsanto foi já liminarmente rejeitada porque implicava "grandes abates de árvores e movimentação de terras"».
In ‘Diário de Notícias’ de hoje


.

quinta-feira, junho 22, 2006

Várias acções políticas do PCP em Lisboa e na Amadora

Amadora: contra os aumentos das rendas de casa

«Acção de Protesto contra a Lei das Rendas promovida pelo PCP
Parque Delfim Guimarães, dia 29 de Junho, às 18.30 horas

A nova legislação das rendas de casa vem agravar ainda mais o orçamento das famílias mais desfavorecidas. O Governo não tem em conta a situação social do País, o desemprego, os baixíssimos salários… O Governo mantém taxas de esforço incomportáveis para a maioria das famílias de baixos rendimentos. O orçamento familiar dos inquilinos mais pobres não pode comportar estes aumentos. É uma situação completamente insustentável para a maioria das famílias. No caso de contratos posteriores a 1990, até se permite que o proprietário rescinda o contrato – o que poderá dar uma catástrofe social daqui a uns anos…
Tudo isto é muito grave! O PCP entende que há que lutar, que há que manifestar a rejeição de todos os lesados contra esta política e a de todos aqueles que se encontram solidários com as populações mais desfavorecidas e que vão serás principais prejudicadas pelo Governo PS.
Por isso, o PCP / Amadora vem apelando à população do Município para que adira a esta acção de protesto!»


Lisboa: campo de tiro de chumbo em pleno Monsanto, não!

Os vereadores do PCP na CML apresentam uma proposta para acabar com o campo de tiro ali:
«Ocupação de mais de 134 mil m2 no coração do Parque do Monsanto pelo “Clube Português de Tiro a Chumbo” - Os vereadores do PCP na Câmara Municipal de Lisboa (CML) acabam de fazer entrega oficial da PROPOSTA adiante transcrita para que seja debatida e aprovada na próxima sessão (pública) da CML.
A proposta tem a ver com a concessão ao “Clube Português de Tiro a Chumbo” para a ocupação a título precário de (hoje mais de) 134 mil m2 de terrenos no coração do Parque do Monsanto desde há 40 anos (desde 1962).
O PCP propõe a denúncia deste contrato de concessão, por razões ecológicas, a descontaminação dos solos e o estudo de eventual localização alternativa – no âmbito do processo em curso de revisão do Plano Director Municipal. »


Lisboa visitas a bairros

Campo Grande
«Visita ao Bairro Fonsecas e Calçada (entre a Cidade Universitária e a 2ª Circular)
Vereador e deputado municipal do PCP em contacto com população do Campo Grande
Ponto de encontro: 14 horas, junto do polidesportivo
No próximo sábado, 24 de Junho, das 14 às 15.30 horas, o vereador Manuel Figueiredo, o deputado municipal Modesto Navarro, Graça Mexia e outros eleitos e responsáveis da Freguesia do Campo Grande, Lisboa, visitam esta zona do Bairro Fonsecas e Calçada.
Neste bairro existem duas cooperativas, incluindo uma zona de habitação social, e uma colectividade. Os problemas locais são muitos e as populações têm feito sentir o seu peso negativo na qualidade de vida dos residentes.
Com esta iniciativa, o PCP pretende o contacto directo, mais uma vez, com as pessoas e, especialmente, tomar conhecimento «in loco» com o que se passa no bairro social recente mas com muitos problemas de enquadramento e de qualidade vida, designadamente em matéria de logradouros em mau estado de conservação e sua utilização.»


Benfica
«Estrada de Benfica, zona da Estação da CP / Benfica, Bairro do Charquinho, envolventes da Associação «O Companheiro», Qª da Granja
Visita de eleitos do PCP a vários pontos concretos da Freguesia de Benfica
Ponto de encontro: às 9.45 no Centro de Trabalho de Benfica do PCP, Estrada de Benfica, 683; ou, às 10 horas, na Pastelaria Nilo
No próximo sábado, 24 de Junho, a partir das 9.45 e até às 12 horas, Manuel Figueiredo, vereador, Eduardo Marques, membro da JF de Benfica e outros eleitos e dirigentes locais do PCP visitam vários pontos da Freguesia de Benfica.
O estacionamento desordenado em muitos locais da Freguesia e outros problemas vão ser anotados e alvo de apreciação por parte dos membros desta delegação do PCP que vai contactar, basicamente, com as populações nos seguintes locais:
· 10.20 h – zona do antigo mercado de levante e zona da Estação da CP de Benfica;
· 11.15 h – Bairro do Charquinho;
· 11.40 h – envolvente da Ass. «O Companheiro» e Quinta da Granja.»


Praça de Londres
«Freguesias de S. Sebastião da Pedreira, Campo Grande, Alvalade, S. João de Brito e S. João de Deus
Rendas e outras situações sociais denunciadas em contacto com a população local na Praça de Londres
Na próxima quinta-feira, 22 de Junho, a partir das 17.30 horas, Ruben de Carvalho, vereador do PCP na CML, e Feliciano David, deputado municipal, contactam as populações das cinco freguesias e participam em convívio local na Praça de Londres.
A iniciativa começa às 15 horas, na mesma Praça de Londres, com um pequeno convívio, música de acordeão, acção política de denúncia de situações sociais gravosas e contactos com as populações.
As rendas com as questões complexas que a nova legislação vem impor aos inquilinos mais desfavorecidos são uma das principais temáticas em presença.
Será distribuída diversa documentação e serão afixados vários cartazes e panos de rua alusivos aos temas em debate.»

quarta-feira, setembro 05, 2007

Notícias sobre a frente... da sessão camarária de Lisboa, hoje

Notas já publicadas sobre o que se vai passando ao longo da sessão da CML, a primeira pública, que decorre desde as 15 horas de hoje:

- Sporting leva a suspensão da sessão: leia Margarida Davim, do Sol.
- E depois: Lisboa: Câmara aprova acordo para resolver diferendo com Sporting - 5 de Setembro de 2007, 22:48 - Lisboa, 05 Set (Lusa) - A Câmara Municipal de Lisboa adiou hoje a discussão do pedido do loteamento dos terrenos do antigo Estádio de Alvalade, mas aprovou uma proposta de acordo para resolver o diferendo entre o Sporting e a autarquia.
O acordo define que será um tribunal arbitral a resolver as dúvidas sobre a extensão de terreno a lotear e se o clube está ou não isento de ceder espaço à câmara para zonas verdes.
Por discutir ficou o pedido de licenciamento para o loteamento dos terrenos do antigo estádio do Sporting.
Para já, a única certeza é que a maioria do executivo municipal, com excepção do PCP e a abstenção dos vereadores do Movimento Lisboa Com Carmona, aprovou que as dúvidas sejam esclarecidas através do tribunal arbitral. (...)
- Mas a verdade é que à meia-noite o 'CM' inseria uma nota dando conta da posição de Fernando Negrão de que aprovar este acordo e este loteamento seria um acto nulo e podia acarretar perda de mandato e dissolução da CML.
- E a RR: Urbanização dos terrenos do Sporting aprovada - Rádio Renascença - 20 minutos atrás (são 1:39) - A Câmara de Lisboa aprovou esta noite o acordo com o Sporting para a urbanização dos terrenos do antigo estádio do clube. O entendimento abrange o ...
- Lisboa: suspensa prática de tiro em Monsanto - Portugal Diário - 43 minutos atrás -O vereador dos Espaços Verdes da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes, anunciou hoje que a autarquia suspendeu a prática de tiro em Monsanto, ...
- CML aprova por unanimidade 150 novos polícias municipais - Diário Digital - 1 hora atrás - A Câmara Municipal de Lissboa aprovou hoje por unanimidade um protocolo com a PSP que integrará 150 novos agentes na Polícia Municipal. ...
- Terrenos do Sporting num impasse - Sol - 1 hora atrás - Seara afirma que, uma vez que o projecto urbano já foi aprovado pela Câmara, o mesmo deve suceder com o pedido de loteamento do clube de futebol. ...
- António Costa eleito presidente da Associação de Turismo de Lisboa - Jornal de Negócios - Portugal - 2 horas atrás - O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa foi, hoje, oficialmente designado pela edilidade, presidente da Associação de Turismo de Lisboa ...

quinta-feira, junho 12, 2008

Tiros em Monsanto


Ainda o Clube de Tiro. Leia aqui sobre a indignação justa da Plataforma por Monsanto. Mas para que não se diga que só se ouviu uma parte, pode ter acesso aqui à posição da Direcção do Clube. Sugiro que leia sobretudo o relato atinente aos factos dos dias 20 de Janeiro e 27 de Fevereiro deste ano. Desconheço se houve diligências e desfechos posteriores. Lamentavelmente ninguém da CML falou sequer disto que aqui vemos chapado no site do Clube. Coisas destas não se compadecem com a mera rasteira politicóide. Deviam ser aclaradas. Totalmente aclaradas junto da opinião pública. Desafio o Gabinete de Sá Fernandes a ser claro. Mais claro. Muito mais claro: o que é que realmente se passou, o que é que se passa, o que é que se vai passar? Dizer apenas tipo sacudir a água do capote que «ah, não sabíamos, e tal» - é coisa pouca, é coisa nenhuma. Pés no chão, malta. Coisa séria, (wo)men.

quinta-feira, agosto 10, 2006

Campo de Tiro

Cheio de buracos, como um alvo do mesmo Campo de Tiro...
Comunicado forte para inglês ver?

O «Gabinete do Vereador Prôa», da CML, resolveu editar e publicar no site oficial da Câmara e no blog do «Vereador dos Espaços Verdes» (o mesmo) um comunicado sobre o campo de tiro de Monsanto:
http://antonioproa.blogspot.com/2006/08/comunicado-sobre-o-clube-portugus-de.html

I. A substância frágil da coisa

Quanto à substância, fico sem perceber se vamos ter um prolongamento da concessão ou não.
Se o Clube assegurar as três condições colocadas, parece que sim: o tiroteio continua, para gáudio de militares reformados e afins.
Este comunicado, para já, soa-me a mistificação de porta aberta, tantas são as brechas que abre numa decisão que, nas primeiras linhas e só nessas, parece firme, mas que dois parágrafos abaixo já abre para o tudo na mesma como a lesma se acontecer isto assim e assim...
Oxalá eu esteja enganado.
Lá mais para diante se verá...

II. A forma e as suas incorrecções

... Mas hoje quero registar meia dúzia de notas sobre aspectos formais:

1.
Até que ponto pode um gabinete autonomizar-se da essência do Poder Local e funcionar em roda livre, ao ponto de emitir comunicados deste teor, em que, inclusive, se afirma que a Câmara decide... etc.? (Julgo saber que o poder pertence por eleição aos vereadores e a mais ninguém - e a lei não prevê subdelegação nos «gabinetes»).

2.
Mesmo que (duvidosamente) tenha autonomia jurídico-administrativa, o «Gabinete do Vereador…» não tem seguramente autonomia política. Mas não é isso que está sub-jacente no texto?

3.
É correcta e tem cobertura legal a expressão «A CML decide...», num caso como este em que a Câmara, o colectivo, nada decidiu (e reuniu ontem de manhã, é certo, mas a decisão - como foi público - só foi tomada à tarde em reunião entre vereadores e serviços)?

4.
É normal que um comunicado autárquico, como este é, refira o vereador na terceira pessoa («A CML sempre disse, nomeadamente através do Vereador Fulano de Tal...», ou coisa assim)?

5.
É legítimo que um texto autárquico, ainda para mais quando é objecto de tamanha divulgação institucional, contenha erros, incorrecções e gralhas irritantes?

6.
Exemplo de um erro: «o executivo da câmara»; exemplo de uma incorrecção: «que a todos nos compete defender»; exemplo de uma gralha irritante: «dos quais a CML, não abdica». Mas há bastantes mais no texto em apreço.
(Desde já aviso: este blog, quando «feito» mais à pressão, fica com gralhas. Mas isso é-me assacado a mim, eu assumo e não tem peso institucional nem consequências: quem me lê, em princípio, não é «mal encaminhado» por esse facto. Não assim um texto institucional, destinado a toda a gama de leitores, muitos dos quais mais frágeis e mais influenciáveis… Mesmo assim, claro, fico com dor de alma, depois de carregar no «publish» e verificar que há gralhas publicadas com a minha assinatura: só a falta de tempo me impede muitas vezes de emendar logo a mão. Mas, na minha actividade profissional, chego a fazer três revisões, quase sempre com a ajuda dos dicionários electrónicos – os quais não chegam, aviso já: só dão para o que dão: não dão para mais nada. E nem a insuficiência de um dicionário, qualquer que seja, é desculpa, claro. Sorry pelo desabafo: irritam-me as imperfeições linguísticas e o «português arrevesado».)

quinta-feira, maio 31, 2007

Lisboa: Ruben e a CDU defendem o fim do Clube de Tiro em Monsanto

Em defesa de Monsanto

Há já noticiário espalhado pela imprensa sobre esta declaração feita em Monsanto. Aqui, aqui e aqui, por exemplo.

terça-feira, outubro 16, 2007

«Levantada a proibição do campo de tiro - Uma proposta do PSD, votada favoravelmente pelo movimento "Lisboa com Carmona" e por Helena Roseta, viabilizada com a abstenção do PCP, de um vereador do PS e de Manuel João Ramos, permite ao clube de tiro de Monsanto voltar a funcionar, até que os serviços camarários analisem o projecto apresentado para o local
Não vale a pena estar com conversas: esta decisão de hoje destina-se a salvaguardar 17 postos de trabalho e é válida apenas até que seja analisada a questão que já está em cima da mesa dos Serviços municipais. Uma questão de semanas, portanto. Ao fim de tantos anos, não será isso que vai matar Monsanto. Já o andar um responsável político a prometer que isto com correcções pode ir lá e o campo até poderá não sei quê, isso, sim, sem qualquer análise dos Serviços, pode ser fatal para a seriedade política da questão.

quinta-feira, junho 29, 2006

Clube Português de Tiro a Chumbo vai continuar em Monsanto

O Clube Português de Tiro a Chumbo, que ocupa aqueles metros quadrados todos referidos na proposta que ontem foi rejeitada é dirigido pelos seguintes corpos sociais:

Assembleia Geral

Presidente: Henrique José Monteiro Chaves

Vice-Presidente: Gonçalo Ferreira Teixeira Roquette

Secretário: Carlos Alberto da Paz Campos

Vogal: João Maria Dias Bravo

Direcção

Presidente: Carlos Duarte Ferreira

Vice-Presidente: João de Almeida Bruno

Tesoureiro: Rui Manuel Gomes Cabral Telo

Secretário: José António Pite de Sousa Uva

Vogal: Rui Manuel Fraústo Diogo Correia

Conselho Fiscal

Presidente: Alexandre Calheiros Ferreira

Secretário: Emídio Sancho Dias Uva

Vogal: David José Sancho Costa Reis

Pode saber mais em
http://www.cptc.com.pt/

sábado, novembro 24, 2007

Argumentos fracos da CML, diz Carlos Moura

O Campo de Tiro tem de sair de Lisboa. Mas quando? Essa é a questão, pelo que leio agora no JN: «A decisão camarária vem assim ao encontro das aspirações de vários movimentos ambientalistas e da sociedade civil que há muito reivindicavam a saída do campo de tiro do local. O que, sublinhou Sá Fernandes, "por falte de vontade política nunca aconteceu".Ao JN, Carlos Moura, da Plataforma de Defesa de Monsanto, apesar de afirmar que a solução do problema "está mais próxima", o que corresponde a uma "ambição da plataforma", considerou "a argumentação apresentada pela Câmara para contestar o projecto do clube bastante fraca". "Isto - vaticinou - ainda irá dar muitas voltas".»

domingo, setembro 30, 2007

CDU acusa BE

(...) A CDU afirma ainda que o BE "está a fazer o que sempre disse que não faria em numerosas matérias", como o Parque Mayer, o loteamento dos terrenos do Sporting Clube de Portugal e o Campo de Tiro de Monsanto, casos em relação aos quais denuncia a existência de "flagrantes mudanças de opinião".
Público, edição impressa

quarta-feira, agosto 09, 2006

Quem o quer? Quem o rejeita?

Campo de tiro em Monsanto?

Quatro têm mais ou menos razão do que cem?
Ao fim dos dez anos, e quando sucedem duas circunstâncias (ser a hora de tomar uma decisão e o vereador do pelouro, Proa, ter prometido essa solução), que fazer?
Que força tem o Clube?
Depois de duas propostas (uma do PCP, outra, posteior e do mesmo teor, do BE), ambas rejeitadas pela maioria actual da CML, que vai acontecer?

<http://news.google.com/news?ie=utf8&oe=utf8&persist=1&hl=pt&client=google&ncl=http://www.fabricadeconteudos.com/%3Flop%3Dartigo%26op%3D45c48cce2e2d7fbdea1afc51c7c6ad26%26id%3Dbdc148daca09020e24c51436bc3e6299>