quarta-feira, fevereiro 07, 2007

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Lisboa
Parque da Bela Vista

A devastação é notória nas fotos publicadas no Cidadania Lx. «Vá lá» (clique aqui) e veja com os seus olhos. Antes do Rock in Rio, tínhamos ali um parque verde. Agora está lá uma verdadeira urbanização. Este é um dos maiores crimes ambientais do santanismo-carmonismo contra Lisboa. Um facto inegável que as fotos confirmam e de forma cáustica.

Quero recordar uns parágrafos do Protocolo de 2006, por exemplo. Para lá de todas as promessas verbais sempre feitas por Santana e por Carmona Rodrigues, o facto jurídico com valor obrigacional é o seguinte: «A requalificação do Parque da Bela Vista constitui uma das prioridades e preocupações da CML», e «A Better World assume o compromisso de apoiar os programas de requalificação e revitalização» referidos.


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Lisboa
Ainda o direito de preferência à Bragaparques

Vamos por partes. Há quem já ande farto deste tema. Mas eu não. Por uma razão fortíssima: ainda não está tudo esclarecido, nem longe disso, talvez nem sequer na Judiciária, quanto mais na opinião pública.
Hoje lembro aqui um documento esquecido nos meandros da memória. É um artigo do «Público», de 20 de Julho de 2005. A dado passo diz que Vasco Franco (PS) desconhecia quer a carta da empresa quer a atribuição desse tal direito de preferência.
Faço notar que ontem na AML a baralhação foi grande e muita gente já não se lembraria dos pormenores e meandros.
Vasco Franco desconhecia o direito de preferência por uma razão simples: nunca foi aprovado. Nem na CML nem na AML. Ele foi atribuído, de forma ilegal, na secretaria. Mas a lei não permite que esse tipo de coisas se faça nos bastidores.


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Lisboa viu ontem nascer um novo Carmona Rodrigues?

Ontem, na Assembleia Municipal assistiu-se a uma morte e a um parto (difícil, mas, em todo o caso, um parto).
Morreu um Carmona Rodrigues (CR) técnico e nasceu o Carmona político (no pior sentido que se costuma dar à palavra, que deve ser reabilitada no discurso – mas não o será desta forma, digo eu).
Lisboa não vai ficar a ganhar.
Mas penso que CR o faz por sua conta e risco. Sem grande entusiasmo da Distrital e da Nacional do PSD. É cá um ‘feeling’.

Leia o resto aqui, em O Carmo e a Trindade.


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Lisboa
Mais um canal de notícias

Não lhe vai servir de nada hoje, mas supondo eu que já conhece a «TV Net», que insere notícias e filmes, deixo-lhe aqui o link para futuras utilizações, se quiser fazer já um atalho para o seu desktop. É por hoje apenas mais uma curiosidade, mas pode ser-lhe útil depois.


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Lisboa
«Carmona Rodrigues diz que obras estarão concluídas em Março / Túnel do Marquês de Pombal deverá abrir em Abril»

Da Lusa (Ana Clotilde Correia) ontem, «06.02.2007», inserido às «23h40» no ‘Público’ online: «O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carmona Rodrigues (PSD), anunciou hoje que as obras do Túnel do Marquês de Pombal deverão estar concluídas em Março, prevendo que o equipamento abra à circulação em Abril.
"As obras estarão prontas em Março. Provavelmente abrirá em Abril", disse Carmona Rodrigues na reunião extraordinária da Assembleia Municipal de Lisboa convocada para discutir a situação política na autarquia.
A conclusão do túnel, que começou a ser construído em Agosto de 2003, representa um atraso de mais de dois anos face à data inicialmente prevista: um ano e meio depois do início das obras».


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Lisboa
Assembleia Municipal

Quer ler o que se escreveu sobe a reunião de ontem? Pode clicar aqui e escolher.


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terça-feira, fevereiro 06, 2007

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Lisboa
PS dá intervalo a Carmona para respirar

(…)
Miguel Coelho em entrevista à «Acção Socialista» sobre a situação na CML:
«Achamos que os vereadores que estiverem na situação de arguidos – e atenção que ser arguido não implica ser culpado – têm de ter consciência de que não dispõem das condições necessárias para continuar a exercer cargos políticos. Isto já aconteceu com uma vereadora e se acontecer com mais alguém, essa ou essas pessoas terão pelo menos de suspender os respectivos mandatos.
(…)
Como partido responsável que é, o PS tem consciência de que não pode estar a pedir eleições todos os dias, até porque os factos não indiciam para já, e esperamos que não indiciem, qualquer espécie de envolvimento neles do presidente da Câmara.
Se Carmona Rodrigues se mantiver assim e se a sua credibilidade política não for afectada, poderá legitimamente considerar que está em condições de garantir a continuação do mandato. Caso contrário, os juízos que fazemos agora vão alterar-se. Contudo, compete a ele saber se deve ou não continuar na presidência da autarquia».

Consulte a entrevista no blog do PS Lumiar, aqui.



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Lisboa
Ruben de Carvalho

Durante a sessão de hoje da Assembleia Municipal, Ruben de Carvalho falou com os jornalistas. Patrícia Pires, do ‘Portugal Diário’, registou a sua opinião sobre o que se estava a passar na sessão: «Esta agressividade do PSD revela desespero e é preocupante», afirmou o vereador do PCP, Ruben de Carvalho, aos jornalistas, em resposta às palavras do presidente. As declarações foram feitas no exterior da sala onde decorria a sessão porque, explicou Ruben de Carvalho, pediu direito de resposta, mas foi lhe «negado pela presidente da assembleia municipal», Paula Teixeira da Cruz (PSD). Outros vereadores fizeram o mesmo pedido, mas também não obtiveram resposta positiva.
«Limitaram-se a atacar e a atacar para trás», defendeu o vereador que lamentou «nada ter sido explicado». Quanto às acusações feitas ao PCP, Ruben de Carvalho considera serem insustentáveis. «Nunca fomos contra a sindicância no urbanismo, apenas discordámos da figura jurídica escolhida», explicou.
Em seguida garantiu que a Assembleia Municipal nunca aprovou o «direito de preferência dado à BragaParques na hasta pública». Carmona acusou o vereador comunista Modesto Navarro de mentir quando disse «desconhecer a imposição», já que tinha dado conhecimento de uma carta da empresa a todas as forças políticas que referia o facto.

Esperava «mais seriedade» da parte de Carmona

Margarida Davim, do ‘Sol’, esta tarde: “Câmara de Lisboa / Oposição acusa Carmona de mentir / CDS, PS e PCP afirmam que Carmona mentiu durante o discurso desta tarde na Assembleia Municipal. Maria José Nogueira Pinto acrescenta que «Carmona tem uma personalidade curiosa». Gaioso Ribeiro considera «pouco simpática» a forma como falou da situação interna do PS. O comunista Ruben de Carvalho afirma: «passou ao ataque, mas esperava que o fizesse com mais seriedade»”.

Carmona contra todos

No ‘Sol’ on line, Margarida Davim escreveu também sobre os discursos de Carmona Rodrigues: “Assembleia Municipal de Lisboa / Carmona dispara contra a oposição inteira / Numa intervenção particularmente dura, durante a reunião extraordinária da Assembleia Municipal desta tarde, o presidente da Câmara de Lisboa não poupou críticas à oposição, atacando todos os partidos, e garantiu que vai continuar à frente da autarquia”.

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Referendo: Sim!
Queixa do PCP contra a Câmara de Lisboa

A CML poderá ser condenada pela Comissão Nacional de Eleições por ter retirado faixas de propaganda do Referendo de domingo. O material retirado pertence ao PCP, que se queixou à CNE, entidade que pode julgar estes casos.
Leia mais no Portugal Diário, aqui.


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Lisboa
PCP na Assembleia Municipal de hoje

Dentro de alguns minutos começa a Assembleia Municipal dedicada à situação política local. As três intervenções principais do PCP ficam-lhe já aí: no lisboalisboa2.



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Lisboa
Leituras que lhe aconselho:

1.
“Alto! Aqui há «cambão»? / Câmara de Lisboa, Parque Mayer e Feira Popular” – é o que pode ler no Cidadania LX.

2.
“Lisboa: discussão sobre um direito de preferência / Provas de que o negócio Parque Mayer / Feira Popular é ilegal” – é a outra peça, em O Carmo e a Trindade.




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Instantâneos de Lisboa

Hoje logo cedo, ainda na Avenida da Índia, oito e tal da manhã. Parado no semáforo de Belém, olho para o Peugeot do lado e lá está um a beber o seu iogurtezinho enquanto o verde pensa. Tudo bem. Acho piada. Mas, mal arranco, vejo no espelho retrovisor que no carro de trás uma jovem, do lado do pendura, também bebe o seu iogurte. Mais adiante, outra vez no retrovisor: o companheiro, noutro semáforo, também despeja pelas goelas um iogurte líquido.
Mais tarde, num parque, ao entrar para o carro, eis a cena: um arrumador, mais um, coleendo lá longe, ao sabor de um qualquer ritmo bem animado que traz na P3 que lhe enche os ouvidos, o corpo, océrebro de outras harmonias. O blusão vermelho bem brilhante (e limpo) continua a bamnbolear. Os braços também. Os carros já estão arrumados. É a hora do prazer.
Uma cidade muito diversa, esta...




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Forum Lisboa, 15 horas
Situação política municipal

A Assembleia Municipal discute hoje o que se está a passar em Lisboa, a pedido de toda a oposição. Tem ou não Carmona Rodrigues um programa para sair da crise? Essa é a questão em cima da mesa. Vai lá estar toda a imprensa. Mas a sessão não vai ser quente: vai ser apertada, apenas. O corredor por onde o PSD pode passar não é largo. Mas tem maioria absoluta e muito mais tempo de intervenção que as restantes forças políticas.
Sei o que o PCP vai expor: quais os responsáveis da crise e as suas obrigações, a história das ilegalidades (estas e outras), o chavascal que tem sido este mandato...
Estou curioso para saber se as diversas facções do PSD se manifestam e em que sentido.
E para ver como é que o PS / Lisboa preparou esta tarde de trabalhos do Parlamento da Cidade.



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Lisboa: discussão sobre um direito de preferência
Provas de que o negócio Parque Mayer / Feira Popular é ilegal

A Bragaparques beneficia ou não do direito de preferência?

Não.

Pediu-o, mas isso não foi deliberado. Nem pela CML nem pela AML.

Estamos em Julho de 2005. Falo da hasta pública em que a Bragaparques julga que comprou a segunda parte dos terrenos da Feira Popular, depois de ter permutado, em Fevereiro de 2005, o Parque Mayer pela primeira parte dos mesmos terrenos da Feira Popular (permuta também ilegal e que deverá ser anulada pelos tribunais por falta de planos que permitissem avaliar os valores quer do Parque quer da Feira).

Falo da história da célebre e celebrada carta que a Bragaparques enviou à CML, e esta enviou à Assembleia Municipal.

Carta que, indiscutivelmente, não foi votada. Nem na Câmara nem na Assembleia.

Repito: não foi votada. Portanto, não existe, enquanto documento válido deste processo.

De repente, nasce um direito de preferência que ninguém aprovou…

No entanto, é um facto que, de repente, no decorrer daqueles dois ou três meses de 2005 (de Fevereiro a Julho), essa carta mudou de estatuto – e aqui pode estar um dos grandes busílis deste processo. É que, de um momento para o outro, a carta mudou de categoria: passou de simples documento distribuído aos eleitos (sem qualquer valor jurídico ou implicação jurídica) para alegada fonte de direitos. E isso porquê? Porque a empresa terá recebido uma carta da Comissão da Hasta Pública nomeada por Helena Lopes da Costa. E o que dizia essa carta? Dizia esta coisa bárbara para a situação real em presença: do Regulamento do Património e da carta da Bragaparques que foi condição para a proposta aprovada pela Assembleia Municipal, etc. etc., no que a Comissão segue a tese da Bragaparques que em 20 de Junho de 2005 escreve uma carta à mesma Comissão exactamente com a mesma versão dos acontecimentos… (E já agora: por acaso, no rigor dos termos, o que a Comissão escreve é talvez o contrário do que quis escrever, pois diz que estes factos «informam» a convicção de que assiste à Bragaparques um direito de preferência». «Infirmam» significa «anulam» o direito de preferência. Mas, enfim: um «fait divers», no meio de tanta baralhada que alguém arranjou, melhor, que a Comissão da Hasta Pública arranjou: é preciso pôr o guiso ao gato).

O Regulamento do Património nem sequer permitiria a atribuição de um direito de preferência nestas condições…

Uma nota importante: o Regulamento do Património aceita que se atribua o direito de preferência – mas somente àquele candidato que na hasta pública ofereça o valor mais elevado na carta fechada inicial – e se depois for ultrapassado por outra oferta que apareça no decurso dos actos seguintes do processo: as ofertas vão surgindo; e o autor da oferta mais elevada na primeira fase (a das cartas fechadas) pode sempre «igualar» qualquer oferta mais alta – e aí, sim, terá direito de preferência (na prática, é-lhe sempre perguntado se «prefere»). Nada mais.

Antes de mais, uma precisão de conceitos. Muito simples, mas necessária. É a seguinte: quando se diz «a Câmara (ou a Assembleia Municipal) fez isto ou aquilo», temos de especificar que podemos estar a dizer duas coisas diferentes, uma das quais coberta pelo Direito e a outra típica da linguagem diária. Só são vinculativas as deliberações – e essas só existem quando, estando reunidos os 17 membros da CML ou os cento e tal da AML, existe bem explícita uma proposta formalmente apresentada (até com antecipação legalmente definida, para que não possa haver dúvidas), o presidente do órgão coloca a proposta a debate e depois a votação. Só depois da votação é que está formada a vontade do órgão. Ou seja: só a partir desse momento é que se pode dizer que «a Câmara (ou a Assembleia) fez isto ou aquilo».

Segunda significação da mesma expressão, essa vinda da linguagem corrente: «a Câmara fez isto ou aquilo» significa em geral que um serviço ou mesmo um funcionário «fez isto ou aquilo»… Mas esses actos não são constitutivos de direitos. Essa constituição de direitos ó pode acontecer, em matéria patrimonial, em sede de sessão, apresentação de proposta, votação, aprovação explícita – mais, só se tornam executórias essas deliberações após aprovação da respectiva acta ser aprovada.
Esta distinção de linguagens parece uma coisa de somenos, mas não é.
É que, se estamos a debater coisas tão sérias como património municipal – e é disso que se trata –, a lei obriga à intervenção até de dois órgãos (a Câmara e a Assembleia), e com aqueles rituais todos – rituais que existem exactamente para defender o interesse público contra leviandades ou ligeirezas...

Outra questão essencial para se perceber tudo o resto: a Assembleia Municipal vota moções e recomendações de sua iniciativa. Mas, no que se refere a propostas, vota as propostas que a CML aprovou previamente e oficialmente lhe enviou (repito: aprovou em reunião deste órgão, formado pelos 17 eleitos).

E isso não aconteceu com o direito de preferência da Bragaparques (de caminho: nem podia ter acontecido: seria ilegal por contrariar o Regulamento do Património.

Nem por isso tudo a Assembleia Municipal jamais aprovou tal direito – tipo gato escondido no meio do processo – que é isso que tentam vender os agora atarantados autores deste embuste…

Portanto, e voltando à vaca fria, é preciso agora e sempre assegurar que esse hipotético direito de preferência nunca foi aprovado à Bragaparques – que, de facto, o pediu e a quem, de facto, mas não de direito, foi na prática reconhecido.

Mas é aí que cola o processo enviado pelo PCP ao Ministério Público: é que, a partir daí, tudo é ilegal.




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Eleições em Lisboa: sim ou não?

Leio hoje, num blog afecto ao PS / Lumiar: «É desejável, porque o eleitorado assim o espera e porque o PS a isso nos habituou, que esteja preparado para que em coligação ou por si só, tenha de responder, credivelmente, de imediato ou a médio prazo, ao repor da urgente e necessária dignidade na governação da capital do país.
Candidatos?, com coligação ou sem coligação, com mais Militância ou menos militante, não faltarão candidatos, os nomes começam por aí a saltitar, difícil, difícil será a escolha numa personalidade, de craveira política e intelectual, credível e que seja capaz de iniciar, agora, uma caminhada que, inevitavelmente, terá de ser continuada para além de 2009. Isto é que deve preocupar os socialistas».




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Lisboa
Hasta pública e direito de preferência

Um comentário aí em baixo que vale uma puxada à primeira página: «Não é na hasta pública que está o busílis é no direito de preferência da carta. Esta carta que o V Vasco Franco exigiu á Empresa vem alterar completamente o negócio aprovado pela AM não só é ilegal á luz do direito de preferência como não tem validade porque não foi aprovada em AM. Foi um acordo particular entre Presidente e Vereador e a BragaParques num total desrespeito pelos órgãos autárquicos. Logo é nulo».

(A este propósito, leia o meu «post» de hoje sobre o mesmo assunto).




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Casinos do Algarve contestam abertura do Casino Lisboa

O presidente do grupo Solverde, Joel Pais, assegurou que os Casinos do Algarve resistiram à abertura do Casino de Lisboa, em Abril de 2006, e reiterou que o novo espaço lisboeta afecta o negócio dos três casinos algarvios.
Em conferência de imprensa realizada sexta-feira à noite em Vilamoura, a propósito do 10º aniversário da Solverde no Algarve, Joel Pais recordou que o grupo a que preside contesta a atribuição da licença ao casino da Alameda dos Oceanos, porque "pode afectar o equilíbrio que estava instalado no mercado".

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

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Lisboa
Santana não passa de si mesmo...

Eis um excerto do «show» de Santana Lopes há bocado no Rádio Clube (das 10 às 11): «Numa entrevista em que teceu críticas à gestão camarária e à liderança do PSD, Santana Lopes considerou que Carmona Rodrigues e Marques Mendes "tiveram um pecado original".
"Queriam afirmar-se à minha custa, contra mim. Agora, Carmona Rodrigues já é igual a Santana", sustentou».
In Público on line, esta tarde

Quanto a Eduardo Napoleão, Santana põe as mãos no fogo por ela – como refere o ‘Portugal Diário’.
E não ficou surpreendido por ter sido constituída arguida – sublinha o ‘Diário Digital’.




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Lisboa
Que papel para a EPUL?

«Câmara quer EPUL mais direccionada para casas a custos controlados / O presidente da Câmara de Lisboa afirmou Domingo à noite que a reestruturação da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) deverá apostar na habitação a custos controlados e destinadas aos jovens e idosos».
In Diário Económico





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Lisboa
Privatizar cemitérios também?

Li num comentário no Cidadania LX e quero erste assunto aqui na minha primeira página.
«(…) já se tinha falado de quase tudo, só faltava agora irem buscar o negócio latente entre a Câmara e a Servilusa (o tal..o do tanatório e crematório!) isto deve ser para lhe dar um empurrãozinho!ao negócio, claro! É que está em vias de se "dar" o cemitério de Carnide para a Servilusa construir aquilo que tanto almeja: o seu tanatório(conjunto de salas mortuárias confortáveis, e com os apoios necessários) em terreno municipal, e tornar finalmente mais felizes os munícipes desta Capital.. pagando quantias brutais, actualmente fora do universo dos portugueses. Claro que falta Salas motuárias dignas em Lisboa, mas estão todas na mão da Igreja e da Servilusa. Esclarece-se que a Servilusa é uma empresa privada de capitais espanhóis e que controla o negócio dos funerais em Portugal. No cemitério de Carnide há desde 1996, 5 dignas salas de vigília municipais e ecuménicas(dá para qualquer crença ou nenhuma) como é do conhecimento de todas as agências funerárias. Concordo com o tanatório mas sim municipal, ou intermunicipal, nunca particular».
Resta dizer-lhe que este assunto já esteve agendado, tinha morrido ou estava latente. Mas provavelmente vai ser desenterrado um dia destes: os americanos (essa do capital espanhol é apenas uma, habitual, mistificação) não brincam em serviço…




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Lisboa
Eleições na CML? Então eleições na AML

Filipe Morais, no ‘DN’ de hoje
: «Um cenário de eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa deverá incluir também a Assembleia Municipal de Lisboa (AML). O alerta é feito pelo líder da concelhia do PS/Lisboa, Miguel Coelho, que disse ao DN que, "se houver eleições intercalares para a câmara, o PSD tem de aceitar e compreender a necessidade de haver eleições também para a AML". "Teremos de apelar ao PSD para reconhecer a gravidade da situação", acrescentou».




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Lisboa
Carmona na SIC: eleições, não

No ‘DN’ de hoje
: «Carmona aproveitou a entrevista (na rubrica «Dia D», SIC Notícias - digo eu) para referir uma vez mais que foi a autarquia que pediu às autoridades para que investigassem o negócio, "louros" já reivindicados pelo seu antecessor, Pedro Santana Lopes.O autarca voltou a sublinhar que não há necessidade de eleições intercalares. "Houve eleições em 2005, seriam feitas em 2007 e novamente em 2009. Em média, haveria eleições quase todos os anos", disse, apelando à tranquilidade no executivo».




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Lisboa
Santana no Rádio Clube

Hoje, entre as 10 e as 11, Santana Lopes estará no Rádio Clube, onde será entrevistado por João Adelino Faria. Marques Mendes e Carmona que se preparem. E João Soares também. Santana é capaz de vender o pai e a mãe para se sair bem de uma entrevista, como se sabe.
Pode ouvir aqui.




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Lisboa
Preferência ilegal

Um anónimo que parece dominar a matéria escreveu num comentário aí em baixo o seguinte – e vale a pena dar-lhe atenção: «O direito de preferência nunca podia ser aprovado porque é ilegal. A lei do direito de preferência não a dá em terrenos urbanos ao confrontante só nos terrenos rústicos».




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Lisboa
«Carmona: «Não há nada de ilegal»

2007/02/05 00:02
Autarca fala do projecto do Vale de Santo António, do TGV e da BragaParques»

No Portugal Diário, há meia hora atrás: «O presidente da Câmara de Lisboa considerou este domingo que o interesse público não foi lesado no projecto do Vale de Santo António, que foi alvo de uma participação ao Ministério Público pelo vereador socialista Nuno Gaioso Ribeiro, noticia a Lusa.
«Não houve, no meu ponto de vista, lesão dos interesses público nem dos cofres municipais», considerou o presidente da autarquia da capital, Carmona Rodrigues (PSD), em entrevista ao programa «Dia D», na SIC Notícias.
O autarca social-democrata comentava assim a venda de lotes no Vale de Santo António, um projecto que, de acordo com notícias recentes, estará a ser investigado pela Polícia Judiciária e pelo Ministério Público (MP)».
E fala também de Marvila e da Bragaparques.
Leia mais no Portugal Diário.



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domingo, fevereiro 04, 2007

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Lisboa
Não há «tanta crise» na CML
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Paula Teixeira da Cruz ao ‘Semanário’

«Em entrevista ao SEMANÁRIO, a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa e líder da distrital social-democrata da capital considera que "estão longe de estar esgotadas todas as condições para que o actual executivo prossiga o mandato", avançando que tem dado "todo o apoio e soidariedade" a Carmona Rodrigues.
(...)

Semanário:
- Quando uma vereadora já foi constituída arguida e suspendeu o mandato e um vice-presidente foi alvo de buscas domiciliárias, está envolvido em dois processos judiciais e é provável que seja constituído arguido, Carmona Rodrigues não deveria ter já assumido as suas responsabilidades e ter-se demitido?

PTC:
- Não compreendo a sua pergunta tal como a formula por várias razões. Em primeiro lugar, não se pode sequer comentar em democracia, e é isso que me está a pedir, a hipótese de alguém ser constituído arguido. Acabou de ser dado um exemplo em Lisboa, como em outros municípios esteve longe de ser dado. Isto é, a senhora vereadora foi constituída arguida e em defesa do seu bom-nome e do bom nome da Câmara suspendeu as suas funções, suspendeu o seu mandato. Ora, aquilo que tem sido prática é que, independentemente da constituição de arguidos, se mantenham em funções. Portanto, a conclusão é exactamente a oposta aquela que pretende que eu retire. E politicamente há exemplos na capital em que existiu uma substituição do presidente de câmara sem processo eleitoral.

- Reformulo a pergunta. Qual a confiança que os lisboetas poderão ter num executivo envolto em tanta crise?

- Em primeiro lugar, é falso que o executivo esteja envolto em "tanta crise". Como referi há pouco, teve uma senhora vereadora que assim que constituída arguida suspendeu de imediato o seu mandato, tomando uma atitude de dignidade política que, de resto, até nem é habitual. Portanto, se exemplo se deu, foi um exemplo de credibilidade. Por outro lado, recordo que esta investigação é feita a pedido da Câmara. Recordo, ainda, que é uma investigação sobre uma situação que teve a sua origem não neste executivo, mas no executivo anterior, com contornos que se prendem com situações de há um ou dois mandatos a trás. Não vejo que se possa pretender inculcar uma mancha neste executivo quando aquilo que ele fez foi exactamente dar testemunho de uma dignidade de actuação política que nem é hábito entre nós.

- Essa "mancha" continua a não poder ser inculcada mesmo que Fontão de Carvalho seja constituído arguido?

- Não posso, porque isso não é saudável nem é correcto, fazer qualquer tipo de comentário político com base na possibilidade de alguém ser constituído arguido. Compreenda a monstruosidade que isso é, quer para o bom nome das pessoas, quer para o bom nome das instituições.

- Na qualidade de presidente da Assembleia Municipal e de líder da distrital de Lisboa, qual vai ser o seu contributo para a câmara ultrapassar este período de turbulência que agora vive?

- Esse contributo tem sido dado. Tenho acompanhado toda esta situação desde o primeiro dia, tenho deixado clara a posição do Partido Social Democrata e tem sido dado todo o apoio e solidariedade ao executivo.

- Acha que estão reunidas condições de governabilidade num cenário de eleições intercalares, com uma vitória da esquerda na câmara e uma maioria social-democrata na assembleia? Não estaremos perante um cenário insustentável?

- A conclusão foi sua.

- E concorda com a conclusão?

- Diria que já a tirou...»

(...)






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Nota do PCP

«Parque Mayer / Feira Popular (Entrecampos)»
«Os fundamentos das acções judiciais do PCP são sólidos e ficam cada vez mais claros»


«As novas diligências da Bragaparques junto da opinião pública para limpeza de imagem não trouxeram nada de novo em relação aos processos judicias movidos pelo PCP.

Ilegalidades principais

São múltiplas as ilegalidades que se levantam para contestar a validade destes dois actos, mas as questões são as seguintes:

1ª – Para realizar a permuta, tinha de se conhecer as possibilidades de construção para o Parque Mayer e para Entrecampos – e isso só se poderia conhecer por um instrumento: o plano de pormenor, quer para um caso quer para o outro. Pergunta-se: havia planos? Resposta: não havia, nem há ainda. Então não há base para a permuta: a permuta é ilegal.

2ª – Para a hasta pública e a forma como decorreu, há apenas que perguntar: o direito de preferência da Bragaparques só é válido se foi aprovado na Câmara Municipal e na Assembleia Municipal. Pergunta: Verificou-se essa aprovação? Resposta: Não se verificou. Então, não há direito de preferência. E portanto toda esta parte do negócio é também ela ilegal: baseou-se numa deliberação que não existiu».

Leia mais no Lisboalisbo2.


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Só em Lisboa
Há mesmo um «caso Bragaparques»
Ou melhor: dois. Fora outros pelo País fora

Há dias, numa surreal conferência de imprensa, advogados e funcionários da Bragaparques fizeram ao País o favor de distribuir à comunicação social uma série de documentos inócuos para chegarem à brilhantíssima conclusão de que não sabiam o que era isso de haver um «caso Bragaparques». Um dos presentes terá mesmo afirmado aos jornalistas não perceber por que é que se fala de um «caso Bragaparques».

Estas pessoas devem ser as únicas do País a desconhecer que há mesmo um «caso Bragaparques»m melhor: dois «casos Bragaparques» – isto, só em Lisboa, porque no resto do País já há mais e eles até nascem como cogumelos, por acaso: cada vez parece haver mais «casos Bragaparques».

Para que nada fique em branco, vou elucidar aqueles funcionários da mais tristemente famosa empresa destas semanas sobre os dois aludidos casos. E dispenso-me de citar o caso de Coimbra, bem como os casos que estão a nascer em Braga – que, segundo me contam, podem multiplicar-se noutras terras do Norte, designadamente do Minho e de Trás-os-Montes.

Falo só dos dois casos até agora detectados em Lisboa – dois casos com ilegalidades pelo meio, quero dizer. Estes dois estão confirmados e estão a ser investigados. De outros casos, não sei. É que há mais oito ou nove «situações Bragaparques» em Lisboa – mas até agora nada me diz que venham a ser conhecidas mais situações ilegais: mas também não poria as mãos no fogo. E o leitor, poria? Tenho a certeza de que não.

Vamos então aos «casos»: dois negócios, dois casos em investigação. Provavelmente (é que não sei nem ninguém por aqui sabe o que é que o Ministério Público e o DIAP estão a investigar, mas deduzo que tudo passa por aqui e por mais dois ou três negócios – de outras empresas – em Lisboa).

Caso um
A troca de um chouricinho (o Parque Mayer) por um porco inteiro e enorme (metade dos terrenos da «antiga» Feira Popular, a Entrecampos

Depois de muitos malabarismos, desde 2002 até ao início de 2005, a Bragaparques (BrP) consegue «finalmente» («Finalmente!», elogiou Vasco Franco, à data vereador do PS na CML, em artigo famoso, no jornal ‘Público’ de 12 de Fevereiro de 2005…) o famigerado acordo, conseguido com o apoio do PSD, do CDS e do PS na CML, e que mais tarde veria ratificado na Assembleia Municipal (só votaram contra o PCP e os Verdes, tendo o Bloco, estranhamente, votado a favor – passe o ruído que agora faz para apagar essa nódoa que sempre lamentei).

Que acordo é esse? É o de trocar o Parque Mayer por metade da Feira Popular.
Dizem os advogados da BrP que não há aqui nada de estranho: é ela por ela. Mas há. E há algo muito estranho, o que agora começa a ficar claro para toda a gente: é que ninguém podia à data saber o que valia cada um dos terrenos em causa, pela simples razão de que não havia – como ainda não há – planos que permitam calcular os respectivos valores. A primeira coisa a fazer era elaborar os planos. Depois, sim, calcular os valores de um e do outro terrenos e depois trocá-los, pagando a diferença se a houvesse quem tivesse de compensar a outra parte (Município ou BrP).

Dir-me-á o leitor: mas então até pode acontecer que a BrP esteja prejudicada. Em tese, sim. Na prática, claro que não: a zona de protecção do Jardim Botânico e a qualidade de património protegido do Capitólio limitam em muito a aptidão construtiva do Parque Mayer. Essa é a verdade. E a diferença – que conheceremos quando houver planos – deve ser abismal, favorável ao Município. Só que é de esperar que nessa altura os tribunais já tenham anulado os negócios em causa. Eu, assim o espero.

Eis o primeiro caso: permuta de um local por outro sem suporte legal de avaliação. Ou melhor e mais grave: com avaliações feitas a esmo e cada qual com seu valor, cada um mais díspar dos outros… porque calculados «sem rede» nenhuma.

Caso dois
A aquisição da outra metade dos terrenos da «antiga» Feira Popular em hasta pública mais estapafúrdia de que há notícia em Portugal

A esta hasta pública concorrem seis empresas. A BrP é a 4ª em matéria de preço que oferece pelos terrenos. Mas o estranho acontece: as duas primeiras empresas com preço mais favorável (mais alto) desistem de imediato. É o primeiro choque. As duas chamam-se Barcelos e qualquer coisa. Barcelos, penso hoje, é tão perto de Braga… A terceira empresa deixa-se ultrapassar pela BrP, quando esta alega direito de preferência por já ter adquirido o terreno do lado (ver parágrafos anteriores). Mas a lei não funciona dessa forma.

Ora o direito avocado só funcionaria se a CML e a AML tivessem deliberado que a BrP tinha esse direito de preferência. E isso não aconteceu. Não havia direito de preferência. Mas foi atribuído na prática esse direito e, muito estranhamente, a terceira empresa, a Sociedade de Construções João Bernardino Gomes, não levantou qualquer problema. Hoje, esta empresa vem explicar que não é sua política agir judicialmente nestes casos. Argumento curto, para mim.

Então, aí está o segundo caso: a atribuição de um direito de preferência que não foi aprovado por nenhum dos órgãos que podiam aprovar esse direito (CML, AML).




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sábado, fevereiro 03, 2007


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Lisboa
Câmara está realmente num escorrega fatal

Antes de mais: é ao PSD que compete avançar uma saída para a crise que ele próprio vem ampliando desde há cinco anos e meio. Mas a verdade é que as notícias se sucedem vertiginosa e fatalmente. Uma semana e as coisas podem conhecer um volte-face definitivo. Leia mais no 'JN' de hoje.




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Lisboa
Eduarda Napoleão e outros

Haverá mais cinco na calha. Agora foi a vez dela. A notícia da tarde de ontem: Eduarda Napoleão é arguida. Julga-se que pela via do Vale de Santo António (mas pode ser também por ter sido à altura presidente da EPUL).
Poderá haver novidades fortes no final da próxima semana. Mais diligências, mais buscas, mais arguidos. Fontão, Carmona e Santana, além de técnicos da CML e dirigentes da EPUL, bem como da Bragaparques (Parque Mayer / Feira Popular) e da Bernardino Gomes (Vale de Santo António). Pingo Doce (Alcântara) e Infante Santo (Vítor Santos) podem ser outros processos em desenvolvimento.

A constituição de Eduarda Napoleão como arguida só pode ter surpreendido algum distraído. Dias Baptista e Carlos Chaparro não se mostraram surpreendidos, evidentemente, segundo a Lusa, o Portugal Diário (PD) e o Diário Digital.




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Lisboa
«O PCP colocou estes processos em tribunal»

Volto ao PD
: «Para Carlos Chaparro, da Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP, a constituição de arguida da ex-vereadora também «não é nenhuma novidade».
O dirigente comunista afirmou que Eduarda Napoleão teve uma «intervenção directa» o licenciamento urbanístico e lembrou as alterações simplificadas ao Plano Director Municipal, aprovadas pela Câmara e Assembleia Municipal no anterior mandato, que deram cobertura a projectos ilegais. «Foram deferidos um conjunto de empreendimentos urbanísticos, nomeadamente para Alcântara, Vale de Santo António e Boavista, que não defendem o interesse público e estão a descaracterizar a cidade», adiantou Carlos Chaparro, lembrando que o PCP colocou estes projectos em tribunal, além da permuta de terrenos da Feira Popular».




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Lisboa
Mais dez processos: seguem-se Carmona e Santana

Recorda o Diário Digital que «o Jornal de Notícias revela ainda que a Câmara de Lisboa está a ser investigada pela Polícia Judiciária e pelo DIAP em pelo menos dez processos-crime em casos que reflectem dúvidas sobre os projectos e empreendimentos urbanísticos em curso na capital».

O Público adiantou que os próximos responsáveis da câmara a serem chamados ao DIAP deverão ser Carmona Rodrigues e Santana Lopes, actual presidente e ex-presidente da Câmara de Lisboa. A PJ e o MP querem conhecer o grau de participação dos autarcas na permuta de terrenos entre a autarquia e a Bragaparques e na subsequente venda em hasta pública.




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Lisboa
Opinião geral: a CML está a cair aos bocados

Na blogosfera, a coisa pegou fogo e as opiniões já não carreiam nenhuma ilusão. Andam todas mais ou menos por aqui: «Todo o ilusionismo político do mundo não consegue disfarçar que esta CML já não existe» (in Portugal dos Pequeninos).




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Lisboa
Uma crise que ninguém esconde

No 'JN'
: A verdade é que esta crise na CML já ninguém a esconde e os adversários internos de Marques Mendes lhe exigem eleições na autarquia – e talvez até no PSD, como já escrevi há dias…




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Lisboa
Hasta pública ilegal
Hasta pública foi legal? Mas como se a CML e a AML nunca a aprovaram? Leia tudo no 'JN' de hoje.




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Lisboa
Muitos «candidatos do PS»


Candidatos no PS, são aos molhos, na opinião de João Pedro Henriques (DN), que passou a tarde de ontem a especular e a fazer recorte e cola sobre esta matéria. «António José Seguro não se exclui» – é a síntese útil de milhares de caracteres.

(Há dias, alguém bem colocado na estrutura do PS / Lisboa bichanou-me que «temos um candidato irrecusável». Também por aí estou curioso. Mais curioso do que interessado, tenho de ser honesto e dizê-lo).




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Lisboa
Sintoma infalível

Um sintoma infalível de que cheira a sangue: há um exército de jornalistas a fazer a cobertura. Eis alguns: da Lusa, toda a editoria de Lisboa (pelo menos cinco pessoas); do ‘Expresso’, a julgar pela edição de hoje, pelo menos seis a sete jornalistas; do ‘JN’, três jornalistas; do ‘DN’ três jornalistas; uma da RR; um da SIC; o mesmo da RTP; o mesmo da TVI; o ‘Portugal Diário’ dedicou uma jornalista à crise da CML; o ‘Sol’, uma em permanência, mais quatro para a crise; na Antena Um, pelo menos dois…
Um verdadeiro exército…




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Lisboa
Limites de velocidade ilegais

O ‘Expresso’ não deixa dúvidas: a DGV mandou a CML alterar o cenário dos limites de velocidade…: tem de ser tudo corrido a 50!




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sexta-feira, fevereiro 02, 2007


Lisboa
«CML: falar em coligações esquerda é precipitado, diz Jerónimo»

«O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu esta quinta-feira ser precipitado falar em coligações de esquerda antes de o PSD decidir se avança para eleições intercalares para a Câmara de Lisboa».

Leia no 'Diário Digital'




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Fundação D. Pedro IV visitada por inspectores

A segurança social visitou e inspeccionou, entre ontem e anteontem, dois estabelecimentos de infância geridos pela Fundação D. Pedro IV, apurou o PÚBLICO junto de fonte oficial do ministério do Trabalho e da Solidariedade Social.
Público Local Lisboa, hoje.
Valeu a pena a força que fizemos aqui e noutros sítios?
Espero que sim.
Relação rejeita recurso Fátima Felgueiras para anular instrução

Nem tudo sai sempre bem...
«O Tribunal da Relação de Guimarães rejeitou um recurso de Fátima Felgueiras pedindo a anulação da decisão instrutória que acusou a autarca de 23 crimes, disse à Lusa fonte judicial» - leio no 'Diário Digital'.
Lisboa
O truque da Bragapqrues cai como um castelo de cartas

A BrP entendeu que, se distribuísse uma molhada de papel à imprensa impressionava. Tudo se resume a um truque: dizem que o direito de preferência estava numa carta deles à CML e que a AML tomou conhecimento dessa carta… Tomou conhecimento? Coisa mais infantil. O cere é simples: aprovou ou não?
Não, não aprovou – e a CML também não.
Bom, então trata-se de um papel da empresa. Que juiz lhe daria razão?

Sobre estas coisas pode ler muita coisa, hoje:

Sá Fernandes diz que não desiste e que falta explicar muita coisa: leia no ‘Sol’, aqui.
Também no ‘Sol’: Santana diz que João Soares deu direitos à Bragaparques.
Bragaparques diz que Sá Fernandes oculta informação: ‘Sol’ on line, aqui.

Modesto Navarro, PCP, ex-Presidente da AML, no ‘JN’: «Modesto Navarro recordou que a comissão da hasta pública "alegou, mais tarde, que a AML tinha aprovado o direito de preferência, o que nunca aconteceu".»
Pode ler também o mesmo no Portugal Diário
Silêncio em Lisboa, pede Vitalino

PS diz que não se intromete nas questões da CML – Vitalino Canas dixit, desautorizando Jorge Coelho.
13 negócios Bragaparques em Lisboa
Mais de 130 milhões, diz a empresa

A Bragaparques revelou todos os empreendimentos e obras que detém na capital. Num total de 13 negócios, cinco valem 130,2 milhões de euros: leia no ‘CM’ de hoje.
Eleições no PSD por causa de Lisboa?

«Barrosistas, santanistas e menezistas estão convencidos de que a crise política em Lisboa vai culminar num congresso electivo» – todos contra Marques Mendes.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

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Lisboa
«Bragaparques: direito de preferência sem base»
2007/02/01 19:22
«Ex-presidente da Assembleia Municipal de Lisboa reiterou que não existe base jurídica para acordo»

O ex-presidente da Assembleia Municipal de Lisboa Modesto Navarro reiterou que não existe base jurídica para o direito de preferência invocado pela Bragaparques na hasta pública dos terrenos da Feira Popular, escreve a Lusa.
Modesto Navarrro explicou que o direito de preferência não foi alvo de deliberação, nem de discussão pelos deputados municipais, contrariando assim a Bragaparques.
O director-geral da Bragaparques defendeu a legalidade do direito de preferência usado na hasta pública dos terrenos da Feira Popular, sublinhando tratar-se de uma condição da permuta dos terrenos do Parque Mayer com os do parque de diversões.
«O direito de preferência ou era uma condição do negócio ou não permutávamos», disse em conferência de imprensa Hernâni Portovedo, director-geral do grupo Rodrigues & Névoa, que inclui a empresa Bragaparques.
Hernâni Portovedo sublinhou ainda que as condições do negócio, nomeadamente o direito de preferência, ficaram expressas numa «carta de aceitação» exigida à Bragaparques pelo então vereador socialista Vasco Franco.
Segundo o director-geral da empresa, essa carta «foi distribuída a todos os grupos municipais e à comissão de acompanhamento do Parque Mayer» na Assembleia Municipal.
Modesto Navarro, por seu lado, admitiu que o direito de preferência foi invocado pela empresa numa carta dirigida à Câmara de Lisboa e posteriormente enviada à AML, mas explicou que a carta não foi analisada pelos deputados municipais.
Além disso, referiu, a comissão da hasta pública, liderada por Remédio Pires - director dos serviços gerais, que foi constituído arguido no caso Bragaparques - referiu mais tarde que a Assembleia Municipal tinha aprovado o direito de preferência, o que não aconteceu.
«Aqui começa uma tentativa de burla à Assembleia Municipal de Lisboa, à revelia da relação entre a Câmara de Lisboa e AML», afirmou Modesto Navarro, criticando o silêncio da autarquia em relação a esta matéria: «não há uma palavra sobre o direito de preferência».

PCP concorda

O PCP de Lisboa reafirmou a inexistência do «direito de preferência» usado pela Bragaparques na hasta pública dos terrenos da Feira Popular.
«O direito de preferência não existe. Não houve nenhuma deliberação autárquica que o aprovasse», disse à Lusa Carlos Chaparro, da Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP.
Para Carlos Chaparro, as afirmações dos responsáveis da empresa «não respondem a nada e só comprovam o que o PCP considera: que o negócio foi ilegal».
A CDU fez, a 1 de Agosto de 2005, uma participação ao Ministério Público junto do Tribunal Administrativo de Lisboa, pedindo a impugnação judicial da permuta dos terrenos privados do Parque Mayer com parte dos terrenos municipais de Entrecampos.
«Não é uma carta de uma empresa privada, que não foi votada, que torna o direito de preferência legal», disse Carlos Chaparro, referindo-se à carta enviada pela Bragaparques à Assembleia Municipal.»

In Portugal Diário




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Lisboa
«Carmona diz que eleições só em finais de 2009»

“O presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, disse esta quinta-feira que as próximas eleições para a autarquia serão em finais de 2009, data prevista para as autárquicas, afastando a possibilidade de um acto eleitoral intercalar.
«A nossa equipa está unida, está sintonizada com a Assembleia Municipal, com o PSD, que nos elegeu para levar o mandato até ao fim, com firmeza e com determinação»”.
(…) “Questionado sobre a forma como encara uma sondagem hoje publicada pelo jornal Correio da Manhã segundo a qual a maioria dos lisboetas (57,2%) prefere eleições intercalares, Carmona Rodrigues respondeu: «da mesma forma como encarei uma outra sondagem de uma televisão de cabo, na semana passada, que dizia que 80% não quer».
«Olho da mesma maneira para isso. Acho que essas questões são sempre relativas e o veredicto é feito no dia eleições, que há-se ser só em finais de 2009», garantiu”.
In Diário Digital/Lusa




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Palácios de Lisboa
Três tiros, três alvos errados

Um leitor deixou aí em baixo um comentário que vale a pena repescar também. Vem a propósito desta técncia infeliz de tentar rsolver o problema do défice da CML vendendo palácios. Eis o resultado, de caordo com este leitor.
Leia: «Desde que começou esta inscrição ruinosa da venda de património todos os anos no orçamento foi tudo mau. Vendeu-se apenas o

Palácio da Rosa,

(negócio) desastroso: quase a Câmara ainda ia pagando por cima. As outras tentativas foram esquecidas:

Palácio Folgosa

que foi despejado á pressa dos Serviços de Obras que lá funcionavam (compraram à TMN o edifício ao lado do Campo Grande 25) para agora ser recolha da malta toxicodependente que por lá descansa o corpo de vez em quando.
O

Palacete da Quinta das Conchas

que foi esvaziado à pressa, onde se instalava a EPUL, de graça já que o edifício é municipal, para se alugar um andar à SAD do Sporting pelos tais 50 000€ por mês. O palácio está vazio: apenas lá se instala a Associação de História que teria pelo menos mais 500 sítios onde se instalar.
Tudo isto foi feito no reinado do Santana. Sim esse mesmo que agora vem dizer que não tem nada a ver com isto.»
Que desastre de política, meu!




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Lisboa
Negócios e pressa da Bragaparques e... papel da CML

Há um leitor do blog que assina como «Corvo» (o símbolo de Lisboa) e que vê com clareza impressionante.
Depois da conferência de imprensa da Bragaparuqes inseriu este comentário que vale a pena repescar para si parcialmente.
«(...) O problema ataca-se, portanto, pelo lado da nossa virtuosa Câmara Municipal que, segundo consta, alinha numa troca de terrenos que não estão ainda enquadrados nas ferramentas de gestão urbanistica (planos de pormenor, etc.) que lhes definem o uso, os índices de construção, etc. e, consequentemente o valor! É assim ou não é? Ora se o valor dos terrenos, à luz dessas ferramentas de gestão urbanística, não está definido, pergunto: porque trocaram? porque não deram os passos todos que tinham que dar antes de trocar? estavam com pressa, porquê? os terrenos estão no mesmo sítio e no mesmo estado, não estão? ou a Câmara iniciou algum projecto urgente? A Bragaparques tinha pressa? estava no seu direito, mas porque é que a CML teve de dar resposta á pressa da Bragaparques? O seu dever é zelar pelos interesses da Cidade e não da Bragaparques! (..)»

Claro como água... Continua sempre, Corvo de Lisboa.




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Lisboa / Bragaparques

Mas quem é que há-de gabar a noiva se não a mãe que a vai casar?


«Bragaparques defende legalidade do negócio da Feira Popular

O director-geral da Bragaparques defendeu esta quinta-feira a legalidade do direito de preferência usado na hasta publica dos terrenos da Feira Popular, sublinhando tratar-se de uma condição da permuta dos terrenos do Parque Mayer com os do parque de diversões.
«O direito de preferência ou era uma condição do negócio ou não permutávamos», disse em conferência de imprensa Hernâni Portovedo, director-geral do grupo Rodrigues & Névoa, que inclui a empresa Bragaparques.
Hernâni Portovedo afirmou que, para a Bragaparques, a permuta dos terrenos da feira popular não incluídos na permuta com os terrenos do Parque Mayer foi legal.
«É obvio que para nós é legal, e que se não fosse legal não tínhamos permutado», afirmou.
O responsável sublinhou que a empresa tinha «todo o interesse» em ter «uma palavra a dizer» na outra metade dos terrenos do parque de diversões.
«Podíamos ter um outro proprietário com uma lógica urbanística completamente diferente da nossa, e então é que o terreno seria uma manta de retalhos», afirmou o responsável.
A PJ e o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa realizaram, na semana passada, buscas em instalações da autarquia, residências e sedes de empresas, nomeadamente da Bragaparques.
A PJ suspeita de crimes como participação económica em negócio, tráfico de influências e corrupção.
Na origem do processo está um contrato celebrado a 5 de Julho de 2005 entre a Bragaparques e a autarquia lisboeta, então presidida por Pedro Santana Lopes.
Tratou-se de uma permuta de imóveis em que a sociedade de Domingos Névoa cederia um terreno que detinha no Parque Mayer a troco de outro, propriedade da autarquia, situado no local da antiga Feira Popular.
A CDU fez a 1 de Agosto de 2005 uma participação ao Ministério Público junto do Tribunal Administrativo de Lisboa, pedindo a impugnação judicial da permuta dos terrenos privados do Parque Mayer com parte dos terrenos municipais de Entrecampos.
O processo previa ainda a venda em hasta pública da parte restante dos terrenos da antiga Feira Popular (que não estava incluída na permuta), que viria a ser comprado pela P.Mayer SA, antiga proprietária dos terrenos do Parque Mayer.
A empresa, propriedade da Bragaparques, passou assim a deter a totalidade do espaço do antigo parque de diversões.
A venda à P.Mayer suscitou polémica, já que propostas mais altas foram retiradas da hasta pública, e o direito de preferência exercido pela Bragaparques foi contestado por toda a oposição do executivo camarário.

Diário Digital / Lusa

01-02-2007 16:41:41»

E digo eu: a montanha pariu um rato. Blá, blá, blá… Bragaparques repete-se. E o que é que a Bragaparques havia de fazer se não o papel de noiva ofendida? Os tribunais vão decidir. O PCP luta pela nulidade da permuta e da hasta pública, em defesa do interesse público. Certamente ninguém estava à espera de que a empresa viesse hoje dizer aos portugueses: «Olhem, desculpem lá: enganámos tudo e todos, ganhámos milhões indevidamente, tomem lá outra vez os terrenos de Entrecampos…
Mas a realidade é muito chata: em Coimbra, mais um caso em que Domingos Névoa é arguido por causa de um «junção de lotes e duplicação de lugares de estacionamento – os casos sucedem-se (agora mesmo: entrou na net três horas atrás).





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Lisboa
«Cada coisa a seu tempo»

O que será que está em causa quando Carlos Chaparro, responsável do PCP na Cidade de Lisboa, diz que «cada coisa a seu tempo?

Leia, no ‘Sol’ on line, uma peça da Lusa / SOL inserida há pouco.




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Lisboa
Eleições ou não?

O Correio da Manhã insere uma sondagem. «A maioria dos lisboetas quer eleições intercalares na Câmara de Lisboa, depois de a polémica ter rebentado na maior autarquia do País devido a suspeitas de corrupção e tráfico de influências entre o município e a empresa BragaParques. Da esquerda à direita, os nomes dos possíveis candidatos já foram escolhidos: João Soares e Santana Lopes são os preferidos».




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Lisboa
«Actual momento político»

A Assembleia Municipal vai reunir em sessão extraordinária no dia 6 de Fevereiro, terça-feira, para «reflexão e debate do actual momento político do Município».



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E agora, algo verdadeiramente horrível e idiota

E agora, algo verdadeiramente horrível e idiota.
E agora, algo verdadeiramente horrível e idiota.
E agora, algo verdadeiramente horrível e idiota.

Com gente desta eu não ia nem na ambulância em caso de acidente. São capazes de tudo.





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Bragaparques
«Negócio do Parque Mayer é hoje explicado pela empresa»

«Hoje a empresa Bragaparques dá uma conferência de imprensa para «repor a verdade» sobre a permuta de terrenos com a Câmara de Lisboa investigada pela PJ / No encontro com os jornalistas será apenas abordado o negócio em concreto de permuta de terrenos, não sendo explicado o processo de alegada tentativa de corrupção do vereador Sá Fernandes pelo administrador Domingos Névoa, que não estará presente, segundo uma fonte da administração da empresa.
A Bragaparques - especificou a fonte - estará representada por um gestor, um jurista e um técnico.
O objectivo da conferência de imprensa será o de - frisou - «demonstrar» que os terrenos da Feira Popular se equivaliam em valor aos do Parque Mayer, dado que tinham aptidão construtiva demonstrada».

In ‘Sol’ on line, citando a Lusa.

Equivaliam-se, pois: tal como um porco se equivale a um chouriço. Por acaso, até há vantagem na troca. Não é, é para o Município. Mas há vantagem. Olá, se há. E até se sabe para quem.





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Bragaparques
«Negócio do Parque Mayer é hoje explicado pela empresa»

«Hoje a empresa Bragaparques dá uma conferência de imprensa para «repor a verdade» sobre a permuta de terrenos com a Câmara de Lisboa investigada pela PJ
No encontro com os jornalistas será apenas abordado o negócio em concreto de permuta de terrenos, não sendo explicado o processo de alegada tentativa de corrupção do vereador Sá Fernandes pelo administrador Domingos Névoa, que não estará presente, segundo uma fonte da administração da empresa.
A Bragaparques - especificou a fonte - estará representada por um gestor, um jurista e um técnico.
O objectivo da conferência de imprensa será o de - frisou - «demonstrar» que os terrenos da Feira Popular se equivaliam em valor aos do Parque Mayer, dado que tinham aptidão construtiva demonstrada».

In ‘Sol’ on line, citando a Lusa.




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Bairros das Amendoeiras e dos Lóios
Ruben de Carvalho no DN de hoje
Governo deve resolver a situação que criou

«O caso da Fundação D. Pedro IV assume cada dia que passa proporções de urgência, gravidade e absurdo que merecem cuidada atenção.
Conforme se sabe, o Governo Durão Barroso, numa operação até hoje inexplicada, ofereceu um largo conjunto de edifícios de habitação social, nomeadamente nos bairros dos Lóios e das Amendoeiras, àquela Fundação.
A operação é, em rigor, inexplicável
(…)
Como não podia deixar de ser, a ameaça de aumentos (de rendas) desencadeou imediatos protestos dos moradores.
(…)
Até à data, o Governo nada fez e no fundo só ele, que criou a situação, tem condições para a resolver.
O último episódio é uma circular da Fundação com instruções para economias na alimentação que fornece às crianças nas escolas que gere!
O que é que é preciso mais?!»





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Lisboa
Eleições? É cedo

Ana Fonseca, JN, hoje: «O "desafio" do autarca caiu, contudo, em saco roto. A maioria PSD, pela voz da vereadora da Mobilidade, Marina Ferreira - que ontem teve especial protagonismo - continuou a garantir que tem condições para governar a cidade. E os restantes partidos da Oposição (PS, PCP e CDS-PP) afirmaram a sua disponibilidade para contribuir para a estabilidade camarária. (…)
"Se Fontão de Carvalho for constituído arguido, que além de vice-presidente é vereador das Finanças, a governabilidade deverá ser discutida. Mas é prematuro falar-se em eleições intercalares. As investigações prosseguem e ainda nem se sabe se há culpados", disse, aos jornalistas, o comunista Ruben de Carvalho».

Susana Leitão, DN, hoje: «Se a situação da Câmara de Lisboa evoluir para eleições intercalares, a esquerda deve constituir um "núcleo essencial de entendimento". É esta a ideia defendida por Nuno Gaioso Ribeiro, número um do PS da autarquia. Dias Baptista, também do PS, frisa que a ideia do "núcleo" não pode ser posta de parte, mas "o PS tem a responsabilidade de encontrar uma alternativa credível" (ver peça na página ao lado). Já Ruben de Carvalho, do PCP, alerta: "É preciso saber de que núcleo estamos a falar."»


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Finalmente, uma boa notícia
Lisboa: Dívida da Câmara a fornecedores em 2006 idêntica à de 2005
(disse) Fontão Carvalho

Lisboa, 01 Fev (Lusa) - O vice-presidente da Câmara de Lisboa, Fontão d e Carvalho, afirmou quarta-feira que o endividamento da autarquia a fornecedores em 2006 foi semelhante ao de 2005 e reafirmou que o combate à dívida passa pela venda de património.
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«Lisboa: Câmara aprova Pedro Roseta e Amílcar Theias para SRU da Baixa»

«Lisboa, 31 Jan (Lusa) - A Câmara Municipal de Lisboa aprovou hoje as no meações dos ex-ministros Pedro Roseta e Amílcar Theias para o conselho de administração da Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) da Baixa Pombalina.
(…)
Em Novembro, apenas Margarida Pereira foi nomeada para vogal da SRU da Baixa Pombalina, tendo sido rejeitada pela oposição e por Nogueira Pinto a nomeação de Nunes Barata para a presidência do conselho de administração da empresa».

In RTP on line, citando a Lusa




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Lisboa
«Muitos anos na prisão»

Ricardo Sá Fernandesna RTP: «Se houver justiça em Portugal, o destino do sr. Domingos Névoa será o de passar muitos anos na prisão». Isso, disse, porque «as gravações são inequívocas». E ainda: «O que oele pretende é desvalorizar as gravações».
Bem me parecia.
Ainda bem.
Já era galo que dois advogados mais o Ministério Público e experimentados inspectores da Judiciária - fossem todos derrotados por advogados da Bragaparques e as gravações pudessem ser anuladas por um juiz.
Respiro fundo: «muitos anos de prisão» significará que a Tal Senhora não morre solteira.
Uma boa notícia logo de manhã: uma boa maneira de começar o meu dia.
Obrigado, RTP.




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VOTA SIM
«PCP PROTESTA
contra a manipulação e discriminação
no Público, Diário de Notícias e Jornal de Notícias»

«A cobertura do primeiro dia de Campanha (30 Janeiro) fica marcada, nos três jornais referidos, pela total manipulação da verdade. O ditado popular – Não há maior cego que aquele que não quer ver – é totalmente confirmado pela prática editorial destes três órgãos de Comunicação Social».

Leia a Nota de Imprensa da DORL aqui.



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Evidentemente

«Reacção a Domingos Névoa»
«São manobras de diversão, diz Sá Fernandes»

"«Está tudo no processo. As declarações do senhor Domingos Névoa são claras. Está-se a tentar confundir as pessoas, mas não há confusão nenhuma. Este senhor foi acusado pelo Ministério Público de corrupção. Não há dúvidas nenhumas e só quem não está a fazer jogo limpo contra a corrupção é que alinha numa conversa destas», afirmou ao SOL José Sá Fernandes".

Margarida Davim, 'Sol' on line, há momentos.




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PS Lisboa
Gaioso assume protagonismo
Por Margarida Davim
‘Sol’ on line

Acaba de ser editada esta boa peça de Margarida Davim. Uma boa observação, apesar da escassez de dados disponíveis para a jornalista (Já agora: Rui P. Figueiredo – ex-assessor de Sócrates? Ex?): «Apesar de o partido lhe ter retirado a confiança política, o vereador Nuno Gaioso Ribeiro sentou-se, hoje, no lugar de líder da bancada e falou em nome do PS, durante a reunião da Câmara de Lisboa / O vereador socialista Nuno Gaioso Ribeiro assumiu, hoje, o protagonismo na bancada do PS, durante a reunião da Câmara de Lisboa.
Apesar de o PS lhe ter retirado a confiança política, na sequência de uma entrevista ao DN na qual tecia duras críticas às ausências de Manuel Maria Carrilho nas sessões de Câmara e o acusava de «irresponsabilidade política», Gaioso Ribeiro falou hoje em nome do partido.
Com Carrilho fora da Câmara (o vereador renunciou ao mandato, alegando «falta de disponibilidade») e com a chegada do ex-assessor de Sócrates, Rui Paulo Figueiredo, à autarquia, o PS parece ter agora uma vereação mais unida em Lisboa.
Escusando-se a comentar esta reaproximação à vereação do PS na Câmara de Lisboa, Nuno Gaioso Ribeiro confirmou apenas que «o grupo está unido», com o objectivo de encontrar soluções para a cidade. Gaioso chegou mesmo a adiantar aos jornalistas a possibilidade de o PS encontrar «entendimentos à esquerda», caso se concretize a hipótese de eleições intercalares para a autarquia da capital.
Recorde-se que as divergências entre Gaioso Ribeiro e os restantes vereadores socialistas na Câmara de Lisboa, começaram durante a votação do polémico loteamento do Vale de Santo António, que a Polícia Judiciária está actualmente a investigar. Na altura, os vereadores do PS Nuno Gaioso Ribeiro e Isabel Seabra votaram contra a proposta do executivo camarário, ao lado do Bloco de Esquerda, provocando mal-estar entre os socialistas.
A semana passada soube-se ainda que na base de uma das investigações que a PJ está a levar a cabo na Câmara de Lisboa estará uma queixa-crime apresentada por Nuno Gaioso Ribeiro, que afirmou «ter sérias dúvidas sobre a legalidade» dos contratos promessa de compra e venda realizados entre a EPUL e a construtora de Bernardino Gomes, no Vale de Santo António».
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